ATENDIMENTO: atendimento@imponline.com.br

TJDFT 2022: prepare-se para a redação e discursiva

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter

Hoje, o nosso artigo vai para aqueles candidatos que estão de olho em uma das vagas para Técnico Judiciário. O nosso foco é a prova discursiva TJDFT 2022, uma redação que vale 30 pontos.

Bom, aqui no Blog do IMP, a nossa professora e especialista em redação, Vânia Araújo, vai te explicar vários aspectos que envolvem:

  • Formas de pontuação;
  • Temas;
  • Modalidade textual;
  • Principais erros cometidos pelos candidatos;
  • E ainda, melhor maneira de se preparar e organizar o seu estudo. 

Prova discursiva TJDFT 2022: como é feita a pontuação da redação

Primeiramente é preciso que você compreenda como é feita a pontuação das redações nas correções da FGV.  Os 30 pontos são divididos da seguinte forma:

  • 24 pontos à estrutura textual global, a qual se traduz pela apresentação do conteúdo (capacidade de argumentação e seleção dos argumentos mais adequados; além da demonstração de perfeita coesão e adequada coerência entre as ideias). 
  • 6 pontos restantes serão destinados à correção gramatical (seleção vocabular – problemas de inadequação das palavras terão desconto de 0,2 na nota;  e norma culta –  problemas de estrutura frasal terão desconto de 0,4 na nota).

Prova discursiva TJDFT 2022: dicas de temas para a redação

Segundo a nossa professora, Vânia Araújo, a FGV é uma banca absolutamente indecifrável (como em muitos outros aspectos) no que tange à cobrança dos temas de redação. 

“Os alunos devem  trabalhar temas voltados ao Código de Ética dos Servidores do TJDFT. Também apostaria em um tema sobre a prestação jurisdicional realizada em sistema remoto por meio das novas tecnologias (dado o fato de que o Tribunal se notabilizou pela melhor transição da modalidade de trabalho presencial para remoto). Além desses temas óbvios, todavia é necessário que estejam atentos aos assuntos (relativos aos problemas exclusivamente brasileiros) mais comentados – ou que necessitem de discussão – pela sociedade brasileira nos últimos tempos”, explica ela.

Os temas podem ser cobrados da seguinte forma: 

1. Explícitos – apresentados de forma direta no comando da redação, normalmente por meio de um só período.

2. Implícitos – não são apresentados no comando: o candidato precisará ler o texto-base para extrair a temática que será objeto de discussão.

3. Objetivos – voltados às questões cotidianas, cujos debates mobilizam a opinião pública no momento. Por exemplo, a redução da maioridade penal; as relações sociais digitais em tempos de cancelamento; stalking, cyberbullying e a sensação de impunidade nas redes sociais digitais; trabalho remoto e produtividade no novo normal, mudanças climáticas etc. Esses temas são os mais fáceis para o candidato pelo fato de estarem muito próximos da sua realidade.

4. Subjetivos – temas que tratam de questões atreladas à vivência das pessoas ou à sua percepção de mundo, como os que requerem abordagens sobre a ética na sociedade contemporânea; a ética no serviço público; a busca da felicidade no modo de vida capitalista; a eterna busca pelo novo na era da comunicação tecnológica; a sociedade do cansaço; como lidar com o tempo para torná-lo um aliado e não um inimigo; se o mundo prefere a paz ou a guerra etc.

Qual modalidade de texto a FGV costuma cobrar para a redação? 

A Banca FGV cobra frequentemente a modalidade “dissertativo-argumentativa”, a qual segue o paradigma tradicional de argumentação (composto de um parágrafo de introdução; uns dois parágrafos de argumentação (desenvolvimento das ideias) e um parágrafo de conclusão.

Certamente, vale ressaltar que como se trata de texto opinativo, de finalidade persuasiva, o candidato precisará demonstrar perfeito conhecimento do tema e apresentar comprovada razão em seu ponto de vista, na tentativa de convencer o examinador/corretor a aceitá-lo como correto e válido. 

Como o aluno deve montar a estrutura discursiva do texto?  

Apesar da Banca FGV disponibilizar apenas 20 linhas para a dissertação argumentativa da prova do TJDFT, é necessário seguir o padrão de texto argumentativo: elaborar uma brevíssima introdução, construir uns dois parágrafos de argumentação e acrescentar uma breve conclusão.

É imprescindível que a redação tenha um título?

A Banca FGV cobra muito esporadicamente a colocação de título e, como a redação para técnico do TJDFT  tem apenas 20 linhas, parece difícil que se cobre um título dada a curta extensão do texto. 

Ainda assim, o meu conselho é que se dê atenção extrema ao comando, pois será nele que se encontrará essa solicitação (se houver).

Em uma redação para FGV, quais os maiores erros cometidos pelos candidatos?

Os principais erros que os candidatos cometem em relação ao conteúdo são:

  • Não decifrar corretamente as informações do comando – para isso, recomendo sublinhar palavras e expressões e procurar traduzir seus significados;
  • Tangenciar o assunto, ou seja, fazer uma abordagem genérica demais ou que se aprofunde somente em um aspecto, ignorando outros igualmente relevantes – para isso, recomendo interpretar corretamente o tema. Por exemplo: se o tema solicita que se aborde os aspectos positivos dos avanços tecnológicos na sociedade contemporânea, não há que se apontar os problemas.  Se a temática solicitada é a violência contra a mulher, não se deve ficar restrito às agressões físicas.

Os principais cometidos em relação à correção gramatical são:

  •  Regência e, consequentemente, colocação do acento indicador de crase;
  • Concordância, principalmente quando distanciam o núcleo do sujeito do verbo.
  • Construção gramatical truncada ou rudimentar, que advém do pouco hábito de leitura e das leituras pouco seletivas.
  • Pobreza vocabular, oriunda da falta de leitura e do quase nulo hábito de escrever.

Observar temas de provas anteriores pode ajudar o candidato a estudar?

Com toda certeza, a observação e, até mesmo,  o treino dos temas cobrados anteriormente nas provas servirão para o candidato entender a dinâmica da prova de redação desta Banca. Principalmente nos últimos quatro anos.

Qual a melhor estratégia de preparação para a prova discursiva do TJDFT 2022?

Sem dúvidas: treino!  Primordialmente, o candidato deve elaborar, pelo menos, uma redação por semana – a respeito dos mais variados assuntos.

Leia também:

Redação para concursos: aprende o que fazer e o que não fazer

Leia também:

Categorias

Notícias recentes

Curta o IMP Online

Fique por dentro

Se inscreva já pra receber as notícias em primeira mão!

Concursos em Destaque