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Conheça as principais técnicas de memorização para concursos públicos

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Para assimilar e memorizar conteúdos exigidos numa prova, a única saída é estudar – e muito. Mas quantidade nem sempre é tudo. Segundo a servidora pública e professora do IMP Concursos de Direitos Humanos e Legislações Específicas, Dayane Xavier, certas técnicas relativamente simples podem otimizar o tempo e alavancar o rendimento do aluno.

Segundo ela, cada estudante tem um método mais eficaz para sua própria memorização. A dica é que eles explorem ao máximo todas as possibilidades e descubram o que é melhor para si. “Para criar um bom mapa mental, por exemplo, é importante se atentar para os pontos chaves do material teórico e perceber também onde há predominância de cobrança pelas bancas”, explica.

Como  método de ensino, Dayane explica que prefere utilizar tudo de forma objetiva e direta, com o auxílio de mnemônicos, palavras-chaves e mapas mentais. “Acredito que os alunos aprendem muito com estes esquemas. Gosto de fazer mapas mentais a mão mesmo, por exemplo. As cores e as técnicas auxiliam muito os candidatos”, diz. 

A professora explica também que sempre conta histórias e exemplos de casos reais, misturados com palavras-chaves, que tem a ver com o conteúdo da aula, para ajudar na diversificação da aprendizagem. “Estudar pra concurso não é uma tarefa fácil. É um trabalho árduo. Os concursos estão cada vez mais concorridos e é preciso ter uma técnica de estudos mais dinâmica”, acrescenta. “Os mapas mentais dão tão certo na aprendizagem, que os próprios alunos começam a criar seus próprios desenhos e trazer para a sala de aula também. Isso tem dado um resultado interessante”.

Saiba quais são as principais técnicas de memorização:

  • Storytelling (contar histórias): Por meio da criação de histórias e enredos criativos, nosso cérebro tende a reter mais a informação estudada. Ao estudar direito constitucional, por exemplo, criar situações dramáticas e próximas da realidade ajudam a aumentar seu aprendizado.
  • Mapas mentais: Com a quantidade enorme de matérias para serem estudadas, nossa mente precisa saber organizar todas elas de forma lógica e eficaz, para só a partir daí se preocupar com a memorização. Com os mapas mentais, vê-se que a organização macro da matéria auxilia na memorização dos pontos-chave e colabora para melhor aprendizagem. 
  • Fichamentos (repetição): Todos já ouvimos ditados populares como “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, para representarem a obtenção de resultados por meio da insistência, a repetição. De fato, quanto mais acesso a matéria você tiver, maior sua chance de retê-la. Os fichamentos ajudam a repetir questões erradas, partes difíceis e mais abstratas. 
  • Mnemônicos (acrósticos): A criação e a consequente manutenção de mnemônicos e acrósticos deve ser pessoal e fazer sentido para a pessoa. Quando lembramos do LIMPE (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), percebemos logo que nos auxilia a compreender vários conceitos de uma só vez, mas que, por vezes, precisamos trazer mais para nossa realidade nos perguntando: “LIMPE de quê?”, “LIMPE é parecido com limpeza” ou “a administração tem que ter todos os princípios para ser LIMPA”. 
  • Resumo gráfico: É um mix de técnicas: mapas mentais, mnemônicos, resumos e fichamentos. Com seu uso, o cérebro consegue captar o máximo de informações em menor tempo possível, favorecendo a memorização. 
  • Revisão: De forma geral, uma dica importante que o candidato precisa ter é que a revisão deve ser obrigatório no seu processo de aprendizagem e que as técnicas de memorização permeiam processos de revisão contínua. 

Veja alguns exemplos de mapas mentais que são utilizados nas aulas da professora Dayane Xavier, sobre direitos humanos e legislações:


Mapa mental sobre Política Nacional de Enfrentamento à violência contra as mulheres
Mapa mental sobre Política Nacional de Enfrentamento à violência contra as mulheres
Mapa mental para estudo sobre Lei nº 10.098/2000 sobre acessibilidade

Fonte: Correio Braziliense com adaptações

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